terça-feira, 28 de abril de 2015

Culture is NOT ordinary for translators...

If there is something extremely important that I have learned during my translation experience is that the translator MUST understand the document he has on his hands in order to deliver a good work. It is not a matter of knowing the language by itself, but to learn about the culture of the country the document was issued and/or how that place is organized in different levels.

For instance, if you get a diploma from a British university, you should know that they have a different classification for their undergraduate students’ degrees, called “honours”: First-class honours (1st), Second-class honours, upper division (2:1), Second-class honours, lower division (2:2), Third-class honours (3rd) and Ordinary degree (pass). The higher is your honours (as the First-class honours), your diploma is more appreciated by your potential employees. However, in order to get one of those diplomas, the student must bear in mind that the course will have more workload and class hours.

[This student might not have studied enough to get a "Second Class Honours"...]


Another example is the birth certificates issued in Nigeria: their historical context shows that there are several tribes that were divided and mixed up throughout the decades, evading their territories without any concern of their own boundaries. In addition, the place has a history of rape. Many children were born without being registered on the authorities boards because there was not a specific law requiring the parents to do so, since these parents did not recognized that government as ruling their community (at least I believe this is the reason) and also it seems that many children were not recognized as part of families, so registering that unwanted child was a waste of time and spend money. Anyway, the point is that an adult should require a letter of authorization from the Superior Justice Court to request their birth certificate. Then, the notary public will register their certificate for free, as the provisions of Decree No. 69, of December/1992 (yes, the birth certificates started to be issued free of any charges from 1992 onwards only!). Therefore, many of these documents require a letter from the government in order to be issued.

[Sorry, this was the only picture I found that looks like the Attestation of Birth I translated.]


To sum up, there are no such things in Brazil! So how can a Brazilian translator solve these problems? To research about these particularities is extremely important to, at least, start to understand what you working are on and then try to find an equivalent in Portuguese (or in the target language) that could explain the idea of the original text. It is quite hard sometimes and requires a lot of research. Google is a life savior in that matter, since there are plenty of information that will lead you to the closest answer. Moreover, if it does not help, there is always the option of asking the client what the hell is written on that damned document (but then it is not as fun as when we discover by ourselves, is it?).

I may have made some mistakes, so feel free to correct them on the commentaries (I will learn a lot and you will help me to improve my English skills if you do so).

Sources:
http://en.wikipedia.org/wiki/British_undergraduate_degree_classification


terça-feira, 3 de março de 2015

Trabalhando com tradução: primeiras impressões


Desde setembro de 2014, tenho sido estagiária em uma empresa especializada em traduções juramentadas. Nesse meio tempo, sinto que houve um crescimento dentro de mim que me fez olhar para o mercado de tradução de uma forma completamente diferente da que eu tinha antes de entrar no ramo, já que minha visão era bastante ingênua e a expectativa era muito grande quanto as traduções que iriam cair em minhas mãos.

Primeiramente, a rotina do tradutor não é nem de longe glamorosa e sossegada como eu achava que seria: existem prazos, terminologia que você não tem a mínima ideia de onde encontrar o significado, dor nas costas por conta da postura errada que você senta o dia inteiro, você se dá conta que o seu inglês é uma porcaria e existe toda uma gama de vocabulário para aprender de diversas áreas! O início é MUITO difícil, existe muita informação chegando, você precisa se familiarizar com vários tipos de documentos (procuração, contrato, normas técnicas, manual de carros... AAAAARGH), entender suas finalidades e contexto, como funciona aqui no Brasil, como funciona no exterior... É muita, muita informação. Costumava voltar pra casa arrasada por conta da minha inacabável ignorância! Contudo, hoje me sinto muito mais à vontade com eles e, quando um documento novo chega em minha mesa, eu já não tenho tanto medo e sei que posso contar com a ajuda da equipe que trabalha comigo. Sem contar que eu aprendo coisas novas todos os dias, desde como funciona a divisão de fóruns, varas e tribunais no Brasil e no mundo até os “majors” oferecidos nas universidades americanas e como são classificados.

Outra coisa que me chamou a atenção foi o fato de que o tradutor não só precisa encontrar o significado equivalente para uma determinada expressão, mas também precisa entender o contexto daquele documento e qual é a finalidade dele. Não adianta você anotar o significado de uma palavra X e achar que vai servir para todos os contextos que você vai encontrar, não. Aquela palavra pode ter várias nuances, dependendo da frase e do documento em que está inserida.

Além disso, existem diversas ferramentas de tradução disponíveis no mercado, ou seja, o profissional não está preso ao Word e a ter que copiar e colar aquela expressão repetitiva.

Finalmente, o mercado de tradução é muito, muito fechado (acredito que tive muita sorte em conseguir um estágio numa empresa que trabalha com uma gama tão diversificada de documentos) e a tradução editorial é extremamente injusta (sim, eu sonhava acordada em traduzir literatura e em quebrar a cabeça para transformar “Revendell” em “Valfenda”), já que as editoras estipulam prazos curtíssimos e não reconhecem ($$$) o trabalho do tradutor como deveriam. Além disso, existem muitos tradutores que não têm o devido cuidado ao traduzir textos literários, por motivo de má formação profissional ou simplesmente por não ter em mente o cuidado que tal trabalho demanda.


Há outros pontos muito importantes que esse estágio agregou que eu vou desenvolver mais detalhadamente em postagens futuras. É muito bom estar finalmente com as mãos na massa nesse ramo que escolhi pra mim. Agradeço todos os dias por poder estar em um ambiente tão agradável e poder exercer os conhecimentos linguísticos que eu adquiri na faculdade (finalmente!).

Até mais!

(Foto: http://www.guiadotradutor.com/wp-content/uploads/2013/09/procedimentos-tecnicos-de-traducao.jpg)

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Programa British Council de Tradução Literária


Se você traduz textos literários do inglês para o português, você tem que dar uma olhada neste programa que a British Council abriu para tradutores literários brasileiros.

São três semanas de troca de informações em uma feira literária britânica para os brasileiros, enquanto tradutores britânicos vêm pro Brasil para participar da FLIP, que vai abordar literatura e tradução em sua programação. Cool, eh?

Uma ótima oportunidade para aqueles que possuem experiência e um bom consolo para os que estão começando, por saber que há empresas investindo na capacitação desses profissionais.

\o/



Faculdade de Tradução - Cíntia disse

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

"A quem interessa?" - Maria Lúcia Daflon (Senac-Rio)



Neste artigo retirado do livro "O trabalho da tradução" (Editora Contra Capa, Org. Mária Atália Pietroluongo), é tratado o tema do mercado da tradução e quais são as questões envolvidas na decisão sobre se um determinado texto seja traduzido ou não para uma segunda língua.
Uma das questões abordadas é a teoria lançada por Itamar Even-Zohar, conhecida como "Teoria dos Polissistemas Literários", que enxerga a literatura de um país como um grupo de diferentes literaturas, as canônicas e marginais (também conhecidas como "populares"). Nesse grupo, deve-se acrescentar também obras literárias estrangeiras traduzidas para aquela língua-alvo, levando em conta o quão importante e influente são para a literatura local. Com essas ideias, o teórico quis dar uma nova abordagem para a tradução literária, mostrando uma preocupação com o impacto que a tradução de uma obra tem em uma cultura.
Guideon Toury e André Lefevre aprofundaram essa teoria, levando em conta outros fatores determinantes no mercado de tradução literária, como os editores e os revisores, por exemplo, forças externas que Lefevre chamou de patronagem, apresentando uma visão em que o texto original não é mais visto como "imaculado", e sim sujeito à mudanças para que possa atender as demandas do mercado receptor.
No artigo também é apresentado um panorama da tradução de obras brasileiras para o exterior. A política de amizade entre o Brasil e os países aliados durante a Segunda Guerra Mundial influenciaram a criar um programa de aproximação cultural, o que fez com que textos brasileiros fossem encorajados a ser traduzidos para o inglês durante essa época, principalmente entre as décadas de 1940 e 1960. Os principais autores traduzidos foram Jorge Amado, Machado de Assis, Graciliano Ramos, Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade, entre outros.
Apesar desses esforços para divulgar a literatura brasileira em outras línguas e culturas, conclui-se que os leitores de nossa literatura são, em sua maioria, estudiosos e pessoas com algum vínculo com os nosso país. Um dos fatores que contribuem para esse resultado é que trata-se de uma literatura sobre "um país pariférico, com uma sensualidade à flor da pele, místico, cheio de problemas sociais e corrupção", de acordo com a autora. Outro fator apresentado é que as editoras estrangeiras estão sempre em busca dos livros mais vendidos, e os nossos são cheios de histórias com as temáticas mencionadas anteriormente.
Assim, o resultado é que o mercado brasileiro ainda importa mais do que exporta, "confirmando a tese de Even-Zohar, Tairy e Lefevre de que um sistema literário periférico tende a importar modelos e pouco influencia sistemas homogêneos, como o inglês."  
Ainda temos o problema da distribuição de livros, sendo que as tiragens de obras nacionais tendem a ser pequenas e mal distribuídas, onde o foco de vendas tende a ser nas grandes capitais. Alia-se a isso a "enorme carga  de impostos e falta de incentivo à leitura, sem contar a baixa renda da maioria dos cidadãos."
Como resultado, a cultura literária brasileira está sujeita a sofrer influência cada vez maior de traduções de obras estrangeiras. Medidas que visam melhorar a educação e incentivo à leitura são fundamentais para a criação de novos escritores e leitores no Brasil. Abrir espaço para editoras menores também ajudaria o nosso mercado a crescer e, assim, teríamos obras literárias muito mais diversificadas para traduzirmos e trazer aos nossos leitores tupiniquins. 

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Crenças sobre a tradução e o tradutor [Livro: “Traduzir com autonomia – estratégias para um tradutor em formação”, de Fábio Alves, Célia Magalhães e Adriana Pagano (Editora Contexto)]

Olá, pessoal!

Hoje falarei sobre o capítulo 1 de um dos livros mais completos para um aprendiz de tradutor que eu já conheci, o Traduzir com autonomia.

Escrito por professores do curso de Letras da Universidade Federal de Minas Gerais, é uma leitura essencial para os tradutores em formação: cada capítulo possui um tópico sobre um conceito específico da área, trazendo situações-problema que todo o profissional da área já se deparou ou que um dia vai ter que lidar, e alguns exercícios para colocar os conhecimentos em prática.
Os autores apresentam o livro como uma forma de mostrar novas visões sobre o ato tradutório, como o velho preceito de “Tradutor, traidor”. De forma didática, nos convida para refletir sobre o assunto e quais são os nossos conhecimentos prévios.

O primeiro capítulo chama-se “Crenças sobre a tradução e o tradutor”, e nele são feitas algumas perguntas para testar o que o aprendiz de tradução enxerga sobre o ato tradutório, abrindo espaço para uma reflexão sobre o assunto. Aprendemos que o conhecimento de uma língua estrangeira ou um dom especial não são o suficiente para um bom trabalho de tradução: tradutores altamente qualificados e sempre em busca da excelência são os profissionais mais bem sucedidos no mercado. Uma sensibilidade para enxergar os problemas também é imprescindível, mas não é a única coisa a ser levada em conta; estratégias adquiridas através da experiência ou aprendizado devem estar em constante aperfeiçoamento para que a “competência tradutória” chegue perto de seu ápice. De acordo com os autores, é possível fazer uma tradução da língua materna para a estrangeira, contanto que o tradutor tenha um conhecimento aprofundado da segunda língua, juntamente com o conhecimento cultural e técnico daquele país.

Em um esquema simples, podemos dizer que, para um bom trabalho tradutológico, é imprescindível (pág. 13):
·  Conhecimento do léxico, da morfologia e da sintaxe das línguas envolvidas (habilidades inferiores);
·  Conhecimento de aspectos textuais, de coesão e coerência, domínio de registros e gêneros discursivos e sua inserção no contexto incorporado (habilidades superiores);
·   Busca de subsídios externos (dicionários ou ferramentas de tradução, por exemplo);
·    Capacidade de dedução, indução e assimilação. 

Há ainda a desmistificação da crença de que o tradutor é um traidor, com comentários sobre o fato de que pode haver diferentes traduções de um mesmo texto, dependendo de vários aspectos como o público-alvo, a função do texto e fatores mercadológicos para a recriação desse texto. O importante para esse profissional é “uma formação especializada, o seu exercício consciente da profissão e sua contínua qualificação” (pág. 15).

Como um exercício de reflexão dessas crenças apresentadas, é dado um exemplo de tradução de uma certidão de casamento americana (realizado em Miami) para que o leitor a faça. O objetivo é questionar se o aprendiz está pronto para recriar esse tipo de texto para a cultura brasileira, já que existem jargões e uma linguagem própria para documentos tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. A identificação desse texto como um documento, aliás, já é um dos passos a ser dados pelo profissional e o uso das características textuais deste gênero devem ser aplicadas a partir do reconhecimento.


Concluindo, percebemos que o processo tradutológico nos trás muitos questionamentos e reflexões e, a partir deles, cada tradutor tende a criar as suas próprias estratégias de tradução, sendo elas criadas a partir de considerações sobre os aspectos textuais como o contexto daquele texto e do contexto que chegará às mãos do leitor, a análise linguística e qual é a melhor maneira de passar a mesma mensagem de forma adequada, respeitando o formato e a linguagem do texto fonte, usadas sempre ao lado da sensibilidade e percepção do tradutor.  



[Em breve, o segundo capítulo aqui no blog].

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Interessantes traduções de títulos de filmes (Trusted Translations' article)


Olá, pessoal!

Encontrei esse post super interessante no site do Trusted Translations, escrito pela Victoria V, sobre traduções de títulos de filmes (http://translation-blog.trustedtranslations.com/movie-titles-under-various-guises-2014-01-20.html ).

Achei que seria um exercício legal traduzi-lo e divulga-lo. Adoro assistir filmes e traduzir, então foi legal achar um texto que une os dois assuntos!

Check the result:

Desde que começou com os filmes mudos por volta de 1800, a indústria cinematográfica tem mudado e se alterado drasticamente nas últimas décadas. A grande quantidade de gêneros de hoje em dia, como comédia, drama, ação, thriller, horror e tantos outros, são apreciados por milhões de pessoas ao redor do mundo. Por conta de seu apelo global, milhares de filmes tiveram que ser traduzidos e, consequentemente, receberam subtítulos ou até apelidos para que todos possam desfrutá-los.
Quando alguém fica sabendo sobre um filme de outro país, provavelmente a primeira coisa que chamará a atenção é o título. Este, como uma ferramenta de marketing, é muitíssimo  importante. Junto com o trailer, tem que chamar a atenção do consumidor, mantê-la e, acima de tudo, deixa-lo querendo mais.  Um título resume tudo, diz sobre o que é o filme, enquanto ainda deixa um pouco a ser descoberto. Ás vezes, os mercados estrangeiros têm dificuldade para criar um título para o filme que se enquadra em um certo tipo de público e, ainda mais importante, de cultura. Um filme que contenha “sex” no título, por exemplo, provavelmente será omitido se for exibido em países conservadores.
Vamos dar uma olhada em alguns exemplos de traduções de títulos de filmes; você verá que alguns deles foram traduzidos de maneiras bem curiosas. Aqui estão alguns exemplos:

Knocked Up: o filme sobre uma moça engravidando depois de uma noitada é uma comédia misturada com um pouco de drama. Mas por que foi traduzido como Ligeiramente Grávidos em tantos países latino americanos (inclusive o Brasil)?

[COMENTÁRIO DA ALINE: bom, procurei em dicionários e a tradução para o português seria “to get someone pregnant”, ou seja, é um verbo que simplesmente denomina “engravidar alguma mulher” (http://www.urbandictionary.com/define.php?term=knocked+up). Eu não vi o filme, mas vendo o trailer, é possível ver que a moça fica “extremamente” grávida, não faz muito sentido colocar o “ligeiramente” no título além de questões de marketing mesmo. Somente “Grávidos” talvez não chamaria tanta atenção. Semanticamente falando, talvez a escolha tenha se dado pelo fato de que o casal não tenha se envolvido totalmente um com o outro sobre a questão do bebê, já que “grávidos” supõe que o casal esteja esperando o filho, passando uma ideia de companheirismo.]

Se isso já não fosse tão estranho, na Itália foi traduzido como “Muito Grávidos” (Molto Incinta)!

Cloudy with a Chance of Meatballs: esta animação tão legal sobre comida que cai no céu foi traduzida como “Está Chovendo Falafel” em Israel (Geshem shel Falafel). Este título criou uma pequena controvérsia na comunidade porque o título foi mudado devido à localização e à cultura. Tanto almôndegas quanto falafels são pratos populares em Israel; contudo, a indústria de marketing decidiu trocar as palavras com o objetivo de capturar a atenção da cultura do país.

[COMENTÁRIO DA ALINE: E aqui no Brasil, que traduziram “Tá Chovendo Hambúrger”? Por que não usaram “almôndegas”? Acredito que, se tratando de um filme infantil, usar uma comida adorada por 90% das crianças chamaria mais atenção e seria mais certeiro, se tratando de campanha de marketing. E no filme – este sim eu vi! – não dá pra notar muita diferença entre hambúrguer e almôndega, então a mudança não comprometeu tanto o enredo do filme.]

Jaws: este filme sobre um enorme e predador tubarão branco assustou milhões de cinéfilos nos anos 70 e continua assustando as pessoas hoje em dia. Na Espanha (e no Brasil), foi intitulado como “Tubarão” (Tiburón) e, assim como a versão em inglês, denota um sentimento de destruição e mistério. Já na França, é intitulado “Os Dentes do Mar” e, o que pode soar meio estranho em inglês (e português), faz total sentido na França. A palavra para denotar tubarão, em francês, é mâchoire, e não cria nenhum senso de medo ao telespectador. A frase “dentes do mar”, no entanto, denota precisamente este sentimento em francês.

E você, já viu alguma tradução de título de filme interessante?

[COMENTÁRIO DA ALINE: vááários!!! Quem nunca ouviu falar de “O Massacre da Serra Elétrica” – “The Texas Chainsaw Massacre” em inglês? Eu não vi o filme – sou medrosa – mas já ouvi comentários de que a tal da serra não é elétrica, o Jason nem sequer liga a tal. E o fofo “Despicable Me”? Virou “Meu Malvado Favorito” e acertaram em cheio na tradução do título, ficou bem legal. Outra que eu gostei muito é a tradução do filme “The Kids Are All Right”, que ficou muito melhor em português brasileiro: “Minhas Mães e Meu Pai”. Outro que ficou muito mais interessante em português foi o “The Break-Up”, que virou “Separados Pelo Casamento” – genial, resume toda a ideia do filme!. No Brasil, algumas distribuidoras optam por manter o título original e acrescentar um subtítulo em português. Foi o que aconteceu com “Sucker Punch – Mundo Surreal”, por exemplo.]

FONTE: http://translation-blog.trustedtranslations.com/movie-titles-under-various-guises-2014-01-20.html